O diálogo com Maria Voce e Giancarlo Faletti. Como expressão de uma grande família, entre danças típicas, representações e cantos, conclui-se o encontro dos membros do Movimento dos Focolares em Manila.
24 de janeiro de 2010O folclore, danças, coreografias e canções, oferecem um retalho da riqueza cultural e espiritual destas ilhas, mas, especialmente, sublinha o espírito de família que inspira tudo o que se faz e se vive. Foi o que Chiara Lubich deixou como herança ao Movimento inteiro: aqui é possível ver com os próprio olhos. Impressiona ver ao fundo a sua imagem, desenhada sobre uma infinidade de rostos de membros do Movimento. Parece quase que cada um, junto com os outros, deseje ser um sinal da presença do Espírito que esta mulher trentina trouxe à Igreja: o da comunhão e da unidade. Ao lado domina a frase que é o seu testamento: “Sejam uma família!”.
Mas é significativo que os organizadores deste dia tenham desejado acrescentar “todos por todos”, o slogan que Maria Voce lançou recentemente a todos os membros, a fim de que o Movimento, em todas as suas expressões e componentes, consiga, verdadeiramente, viver o que Chiara desejou.
É justamente neste espírito que, entre as três mil pessoas presentes, encontrem-se os trezentos membros do Movimento que vieram de Hong Kong, Taiwan e Macau. Eles também fazem parte da imensa família, embora com uma identidade típica e extremamente rica, como é a da cultura chinesa, que apresentam com danças populares das diversas regiões de seu imenso país. Recordam também a história das comunidades dos focolares, que chegaram em Hong Kong em 1969 e desenvolveram-se, posteriormente, em Macau e Taiwan, com experiências de famílias, jovens e sacerdotes.
Durante a apresentação não passa despercebida a ação preciosa que alguns missionários tiveram na difusão inicial do Movimento nessa área do mundo. Padre Comissari, do PIME, contou a Maria Voce e Giancarlo Faletti como, depois de ter conhecido esta espiritualidade nas Mariápolis de Fiera di Primiero, o final da década de 1950, foi para Hong Kong, com um seu confrade que conhecia o Movimento. Vendo a metrópole brilhar à noite, com tantas luzes, rezava a fim de que um dia fosse acesa por muitos “focolares”. Na entrada do auditório Maria Voce se dobrou para agradecer a pe. Taschner, da Congregação do Verbo Divino, hoje na cadeira de rodas, mas com um olhar muito vivo e uma grande serenidade. Foi ele que preparou o caminho para os primeiros focolarinos. Naquele agradecimento da presidente está contida a gratidão de todo o Movimento.
E chegamos ao momento central. O diálogo com Maria Voce e Giancarlo Faletti desenvolve-se com as perguntas que lhes dirigem alguns filipinos e chineses.
Entre as primeiras perguntas uma se refere ao futuro do Movimento: como fazer com que o carisma e Chiara Lubich sejam conhecidos por pessoas que nunca a encontraram pessoalmente? Perguntam dois filipinos. Maria Voce diz que cabe a nós testemunhar o carisma com a nossa vida. Em seguida, ela e Giancarlo Faletti são solicitados a responder sobre os grandes problemas sociais que atingem diretamente as Filipinas, um país onde, diante de um aparente bem-estar geral, muitas pessoas fazem apenas uma refeição no dia e outros, com esforço, chegam a duas. “Sem dúvida não podemos ficar passivos. Devemos encontrar respostas concretas aos problemas da sociedade – afirma a presidente – mas a nossa ação deve ter uma característica, a unidade. Esta é a contribuição específica que o nosso Movimento deve dar. Significa que se estamos unidos Jesus está presente na comunidade, como prometeu (cf Mt 18,20) e a guia. Então, é ele que deve nos guiar, inclusive nas obras sociais. Deus nos pede para estarmos unidos e dar testemunho, a fim de que o mundo creia”. (fim)
Roberto Catalano


Grazie del reportage e delle foto che mi hanno portato in quella splendida sala! …
quanta gioia nel seguire questo viaggio e vedere queste stupende immagini…Grazie Manila, Filippine, Thailand. siete splendidi. ciao Maria
Gracias María y Juan Carlos por invitarnos a compartir este maravilloso viaje. Es impresionante para un europeo comprobar la fuerza que tiene el ideal encarnado en personas de Asia.
Veramente fa impressione la quantità e qualità di grazie (…) perchè l’Amore è vero (…) e reciproco. E in più, di quel “stile” che diciamo nella preghiera “come in Cielo così in Terra” … Con gratitudine per quanto fate, vivete, amate, e moltiplicate il Suo stesso Bene e Bello, in voi , tra tutti… e anche in me. Salutissimi Emmaus, Giancarlo, e tutti dell’Asia, Marilola.
Grazie a questo stupendo DIARIO possiamo vivere insieme la divina avventura del VIAGGIO IN ASIA ,inondati di VITA SEMPRE NUOVA ,accompagnata dalla nostra offerta e preghiera.Maria.