Visita à cidadela que há-de ser
Saraburi, 16 de Fevereiro de 2010
Viagem ao futuro. Ida e volta. Direção norte, deixando Bangkok. Perto da autoestrada, a sede da Saint John’s University, onde em 1997 foi conferida a Chiara Lubich um doutorado em ciências das comunicações sociais. Contorna-se o velho aeroporto internacional e prossegue-se por 140 quilómetros até chegar à pequena localidade de Saraburi.
A paisagem torna-se ligeiramente ondulada, a vegetação abundante. Deixa-se a autoestrada e entra-se imediatamente numa ampla área bem cuidada. Os terrenos são divididos em grandes lotes, algumas construções estão em curso, mas é só uma pequena antecipação do que há-se vir a ser.
Um breve trecho de estrada de terra conduz a um futuro objetivo dos focolares nesta terra: uma cidadela tailandesa, como era nos sonhos da fundadora. Uma faixa dá as boas vindas a Maria Voce e Giancarlo Faletti. Bandeirinhas coloridas e alguns papagaios de papel fazem de coroa à alegria de quem está vivendo um dia memorável, esperado há muito tempo.
Os 14 hectares de terreno foram doados por uma família católica. A natureza saúda com flores coloridas, um laguinho com peixes e camarões, que está reduzido ao mínimo devido à estação seca, enquanto mais adiante, em subida, árvores de alto tronco oferecem generosamente a sua sombra. É precisamente aqui que se prevê um centro de acolhimento para monges budistas, expressão da crescente colaboração entre os Focolares e os monges seus amigos.
O triunfo da natureza está garantido para o futuro. O terreno de fato, confina com um parque nacional, onde vivem várias espécies de animais, desde os veados aos javalis. No meio de um prado mostra-se à presidente uma espécie de mapa do tesouro, um projecto de máxima da possível cidadela: aqui a igreja – indica com o braço esticado – ali uma sala para encontros e assim por diante.
Com os olhos da fé – que aqui é solida – quem ilustra mostra as caraterísticas da árvore. Na realidade, há só uma semente. Duas habitações de um andar, com o telhado castanho, é o que há no presente. Um presente sustentado por um indomável grupo de pessoas, incluindo um casal de voluntários alemães. Uma focolarina que ali trabalha admite que: “É como a papaia. Sem choro não cresce”.
“A mim também me agrada a aventura – reconhece Maria Voce – mas deve tornar-se num empenho e depois em amor. E no amor não se deve perder o sentido da aventura”. Então, para a frente com todas as forças. “A Tailândia e os países limítrofes constituem uma realidade variada, bela e preciosa do mundo focolarino. Juntos podeis colocar-vos ao serviço de todos os povos. Esta riqueza dá a entender que chegou a hora da cidadela”.
Podeis imaginar, ou melhor não podeis imaginar a alegria dos presentes. Por isso, à já histórica e consolidada cidadela das Filipinas de Tagaytay, junta-se agora um segundo polo para a Ásia, com idêntica finalidade de centro de formação e de testemunho, além de centro de diálogo inter-religioso, como Chiara Lubich tinha indicado.
“Tudo terá que se desenvolver, mas desde já este lugar pode ser um imã para muitos – encorajou a presidente – . Se Jesus vive no meio de nós, Ele atrai”.
Paolo Lóriga


Carissimi Emmaus e Giancarlo. Seguo con moltissimo interesse il vostro viaggio in Asia. E’ una cosa meravigliosa sentire le bellissime notizie, la presenza viva di Chiara che vi segue, l’unità che da voi due emana con vera potenza. Questa è la più bella testimonianza che Chiara non è morta ma vive tra voi e tra tutti noi che vi seguiamo.
Assicuro la mia/nostra unità e ringrazio per tutto quanto ci arriva… Marco e tutti del mio focolare.
*Nota: Marco Tecilla è il primo focolarino.
Che gioia vivere perché questa cittadella cresca velocemente, questo ci incoraggia per “lavorare” in modo più spedito per il dialogo interreligioso.
E veramente bellissimo, avere queste notizie…. Sembra che stiamo vivendo momenti storici, che mettono radici profonde per fruttificare nel tempo….
Grazie Emmaus!
Sono andata anche a vedere le foto di questo limk (non so se si dice così).
Tutte bellissime.
Mi ha “fermata” sul fiore che fa da sfondo: girasole, sole forse fatto in tecnica mista con acrilico, tempera, gessetti… non so.
Ho cantato col cuore: “risplende il sole nel mio cuore perchè… Ricordate? quelli un po’ anziani come me forse sì.
Grazie. E che il sole risplenda sempre: nella gioia, nel dolore, nella salute, nella malattia….
Che gioia leggere il messaggio di Marco! Ma anche quello degli altri! Mi sono guardata le foto con gioia e interesse e a me quel sole dietro ad Emmaus e a Giancarlo sembrava l’immagine della volontà di Dio diversa su ciascuno di noi ma anche tutta proveniente dallo stesso sole: Dio-Amore. Quanta gratitudine in cuore!…