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	<title>Focolare Asia Tour</title>
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	<description>Daily journey diary</description>
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		<title>Última página&#8230;</title>
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		<pubDate>Wed, 24 Feb 2010 21:07:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>redazione</dc:creator>
				<category><![CDATA[Maria Voce]]></category>

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		<description><![CDATA[Do nosso diário de viagem “Focolar Ásia Tour”
 Roma, 24 de Fevereiro de 2010

Chegámos à conclusão da rica e longa viagem que levou Maria Voce e Giancarlo Faletti a alguns países da Ásia. Conclui-se, por isso, também o nosso diário de viagem “Focolar Ásia Tour”. Foi uma experiência vivida em conjunto que nos encheu de alegria, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Do nosso diário de viagem “Focolar Ásia Tour”</strong></p>
<p><strong> </strong><strong>Roma, 24 de Fevereiro de 2010</strong></p>
<p><span id="more-911"></span></p>
<p><strong>Chegámos à conclusão da rica e longa viagem </strong>que levou Maria Voce e Giancarlo Faletti a alguns países da Ásia. Conclui-se, por isso, também o nosso diário de viagem “Focolar Ásia Tour”. Foi uma experiência vivida em conjunto que nos encheu de alegria, e que nos permitiu – como era o desejo de muitos – de acompanhar mais de perto esta viagem que superou todas as expectativas.</p>
<p><strong>A todos os leitores deste blog</strong>, também pelos comentários e pelas impressões que nos comunicaram, deixamos aqui a nossa gratidão.</p>
<p><strong>A viagem começou com uma entrevista</strong> feita “em voo” a Maria Voce, enquanto se dirigia ao aeroporto de Roma. Queremos concluí-la da mesma forma, ou seja, com as suas palavras. Mais precisamente, com a resposta à pergunta que lhe foi dirigida antes de deixar a Ásia:</p>
<p>“Agora estás a concluir a tua viagem à Ásia, onde encontraste muitos povos. Poderias dizer-nos as tuas impressões desta experiência nestes países?”</p>
<p><strong><em>“A experiência que me parece mais viva neste momento é esta: ter visto muitos povos e ter descoberto a sua grande diversidade, ter visto quanto este continente é multifacetado. Ter encontrado pessoas que vivem num contexto cristão, como as Filipinas; e outros vivem como uma pequena minoria de cristãos num contexto de outras religiões. Ter encontrado pessoas de maneiras reservadas e pessoas que mal te vêm te abraçam.</em></strong></p>
<p><strong><em>E estas manifestações externas são um sinal de diferenças profundas, que resultam de diferentes culturas, de diferentes etnias, de diferentes tradições, que são o fruto da história. De fronte a toda esta variedade , eis a surpresa de sentir que somos todos irmãos e irmãs autênticos, de redescobrir-nos todos filhos de Chiara.</em></strong></p>
<p><strong><em>Eu regresso desta viagem com uma enorme gratidão a Deus, com a impressão de ter recolhido muitos tesouros e de ter as mãos cheias desses. E com uma renovada segurança que a unidade da família humana é possível, porque eu a vi. Vi-a iniciada, e talvez a veja concluída do Paraíso, mas é um caminho que já não volta para trás.</em></strong></p>
<p><strong><em>Partamos então com a alegria no coração e com uma nova segurança no amor de Deus, que nos levará até à unidade, até sermos todos um.”</em></strong></p>
<p>Ao cuidado da redação de web</p>
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		<title>Paquistão, um encontro há muito esperado</title>
		<link>http://www.focolareasiatour.it/pt/2010/02/pakistan-un-appuntamento-a-lungo-atteso/</link>
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		<pubDate>Wed, 24 Feb 2010 08:56:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>redazione</dc:creator>
				<category><![CDATA[Asia Tour]]></category>
		<category><![CDATA[Pakistan]]></category>

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		<description><![CDATA[Lahore, 21-23 de Fevereiro de 2010
Com a presidente do Movimento dos Focolares, estiveram 300 representantes da comunidade dos Focolares vindos de todo o país. 
Chegaram a Lahore, uma das cidades históricas do Paquistão, vindos de Rawalpindi e Islamabad, de Faisalabad e Hyderabad, de outras cidades mais pequenas, até ao extremo sul, Carachi, a uma distância de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Lahore, 21-23 de Fevereiro de 2010</strong></p>
<p><strong>Com a presidente do Movimento dos Focolares, estiveram 300 representantes da comunidade dos Focolares vindos de todo o país.</strong><strong> <span id="more-904"></span></strong></p>
<p><strong>Chegaram a Lahore, uma das cidades históricas do Paquistão</strong>, vindos de Rawalpindi e Islamabad, de Faisalabad e Hyderabad, de outras cidades mais pequenas, até ao extremo sul, Carachi, a uma distância de 20 horas de trem. Nunca se tinham encontrado todos juntos, os trezentos representantes das comunidades do Movimento em todo o país.</p>
<p><strong>O facto excecional deste encontro era determinado pelo dom há muito esperado</strong>: a visita de Maria Voce e de Giancarlo Faletti. Era a primeira visita de uma presidente e de um co-presidente do movimento dos Focolares. Chiara Lubich devia ter vindo em 2002, depois do atentado das Torres Gémeas, no decorrer de uma viagem à Ásia. Mas depois a escala foi cancelada. Desde então, as comunidades do Movimento, que chegou ao Paquistão já em 1965, cultivam um sonho. Agora tornou-se finalmente realidade.</p>
<p><strong>A presidente e o co-presidente foram acolhidos com guirlandas de flores,</strong> danças, cantos e corações a transbordar. Aqui as saudações manifestam-se também com calorosos abraços. E desses não foi feita economia. Assim como no que respeita às fotografias. Muito sentidas também as boas-vindas por parte da Igreja católica, com a presença do arcebispo de Lahore, mons. Lawrence Saldanha, do seu auxiliar, e dos prelados de Islamabad-Rawalpindi e de Faisalabad, que depois concelebraram a Missa.</p>
<p><strong>O ponto culminante dos dois dias de encontro foi o diálogo</strong> com os dois hóspedes. As perguntas manifestavam situações coletivas e temas cruciais, com particular ênfase para condição da mulher, para o significado da dor no meio de um difuso clima de tensão, para a segurança que só a fé em Deus Amor pode dar a um país inseguro em várias áreas. As fotografias de cada grupo, numa bela posição, juntamente com Maria Voce e Giancarlo Faletti, recordarão a cada um a comoção sentida e documentarão para a posteridade que a espera foi longa, mas não foi em vão.</p>
<p>Paolo Lòriga</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Partida da Tailândia</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Feb 2010 10:42:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>redazione</dc:creator>
				<category><![CDATA[Asia Tour]]></category>
		<category><![CDATA[Thailand]]></category>

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		<description><![CDATA[ 
Depois de três semanas na “terra dos homens livres”, a etapa final é no Paquistão
 
Bangkok, 20 de Fevereiro de 2010
&#8216;Partir é morrer um pouco&#8217;.É um dito italiano, mas que se usa também noutras partes do mundo. Não sei se nesta terra também. O facto é que à hora do almoço o céu se [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Depois de três semanas na “terra dos homens livres”, a etapa final é no Paquistão</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Bangkok, 20 de Fevereiro de 2010<span id="more-888"></span></strong></p>
<p><strong>&#8216;Partir é morrer um pouco&#8217;.É um dito italiano, mas que se usa também noutras partes do mundo. Não sei se nesta terra também</strong>. O facto é que à hora do almoço o céu se tornou, de repente, cinzento e, nalgumas partes, mesmo escuro. Ameaçava chuva. Um acontecimento que nunca se tinha verificado ao longo destas três semanas de visita à Tailândia, a mais longa permanência num país asiático de Maria Voce, no decorrer desta sua viagem no continente.</p>
<p><strong>A chuva parecia iminente. Mas quando chegou a hora de partir para o aeroporto, as nuvens abriram-se deixando o espaço</strong> a um céu sereno que fez de moldura à alegria do numeroso grupo de pessoas da comunidade dos Focolares que quiseram manifestar o seu reconhecimento e afeto para com Maria Voce.</p>
<p><strong>Para ela tinha sido reservada uma salinha no aeroporto. Mas, à sua chegada foi invadida de forma simpática pelo entusiasmo de homens distintos</strong>, senhoras elegantes e numerosos jovens. Bem arranjados nos seus trajes de festa; tecidos de cores vivas, do verde esmeralda ao rosa. E a presidente acolheu todos, deixou-se fotografar com todos os que queriam uma fotografia com ela. Entre estes o monge budista conhecido familiarmente como &#8216;Luce Ardente&#8217; (Luz Ardente).</p>
<p><strong>Disparos </strong><strong>de máquina fotográfica e flash repetem-se uns atrás dos outros. Apertos de mão. Abraços. Confidências partilhadas</strong>. Aliás, precisamente estes cumprimentos sem pressa, que se repetiram em cada encontro, surpreenderam e encheram de admiração este povo gentil e sensível.</p>
<p>A hora do embarque chegou depressa. E então, todos a acompanhar Maria  Voce e Giancarlo  Faletti até onde era permitido, entre a curiosidade do pessoal do aeroporto e dos numerosos viajantes.</p>
<p><strong>Depois explodiu um “Grazie” (obrigado) final a plenos pulmões, e parecia que todo o sector internacional do aeroporto se tivesse</strong>, por um instante voltado para o pequeno grupo. Ver partir é morrer um pouco também aqui. Mas isso será um assunto para amanhã. Hoje à tarde é altura de festa.</p>
<p><strong>Depois de cinco horas de voo, a presidente e o co-presidente do movimento dos Focolares aterraram em Lahore, no Paquistão</strong>, uma cidade de oito milhões de habitantes, próxima da fronteira com a Índia. Enquanto se espera pelo embarque, um dom antecipado: no mesmo voo, o arcebispo de Lahore e presidente da conferência episcopal do Paquistão, mons. Lawrence Saldanha, que se deteve a conversar com Maria  Voce e Giancarlo Faletti.</p>
<p>Amanhã encontramo-nos outra vez.</p>
<p>Paolo Lòriga</p>
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		<title>Um mergulho na arte</title>
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		<pubDate>Sat, 20 Feb 2010 09:57:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>redazione</dc:creator>
				<category><![CDATA[Asia Tour]]></category>
		<category><![CDATA[Thailand]]></category>

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		<description><![CDATA[Imersão na arte religiosa no coração histórico de Bangkok
 Fevereiro de 2010
“Deixa-nos verdadeiramente sem palavras”. “Pode-se só defini-lo como majestoso”. Estes foram dois comentários que surgiram espontaneamente&#8230;

&#8230;no pequeno grupo com Maria Voce e Giancarlo Faletti, ainda à saída do templo, enquanto se recuperavam os sapatos. A estátua do Buda deitado e adormecido, realizada em cimento com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Imersão na arte religiosa no coração histórico de Bangkok</strong></p>
<p><strong> </strong><strong>Fevereiro de 2010</strong></p>
<p>“Deixa-nos verdadeiramente sem palavras”. “Pode-se só defini-lo como majestoso”. Estes foram dois comentários que surgiram espontaneamente&#8230;</p>
<p><span id="more-879"></span></p>
<p>&#8230;no pequeno grupo com Maria Voce e Giancarlo Faletti, ainda à saída do templo, enquanto se recuperavam os sapatos. A estátua do Buda deitado e adormecido, realizada em cimento com cobertura a ouro, é imponente com os seus 46 metros de comprimento e 15 de altura. O estreito edifício que a contém, com as suas numerosas colunas, não permite uma visão de conjunto. Somos obrigados a estar quase em cima da estátua, e esta proximidade forçada aumenta a sensação de grandiosidade.</p>
<p><strong>Este dia é dedicado a um pouco de turismo. Visitar o coração do patrimônio artístico e histórico de Bangkok</strong>, depois de uma longa sequência de encontros da presidente do movimento dos Focolares e dos seus mais diretos colaboradores. O programa desenrola-se de forma descontraída e sob um céu límpido e um sol generoso.</p>
<p><strong>A capela do Buda deitado foi construída em 1832 e faz parte de um conjunto de edifícios dedicados ao culto denominado Wat Pho</strong>, no centro do qual se encontra o templo mais antigo e maior da capital tailandesa, onde está alojada a estátua de bronze do Buda em meditação. A conduzir o grupo temos um guia, profissional já há vinte anos, um pai de família que vive a espiritualidade da unidade. Sompoth conseguiu libertar-se de todos os outros compromissos para ter a honra de acompanhar tais hóspedes.</p>
<p><strong>A etapa sucessiva é a do palácio real, ou melhor, de uma série de imponentes</strong>, elegantes, bem cuidados e fascinantes edifícios, protegidos por um muro de cerca de 1900 metros de comprimento. Entre esses, o principal lugar sagrado do país, o Wat Phra Kaeo, onde está a estátua à qual se dirige a maior devoção, a do Buda de esmeralda, de cor verde intensa. Na verdade, como precisa Sompoth, os 66 centímetros da estátua não são de esmeralda mas de um bloco único de jade. A escultura – remonta ao século XV – está colocada no alto, muito longe dos olhos dos visitantes, no topo de um grandioso pedestal, enriquecido com estátuas de bronze dourado de <em>garuda</em>, meio homem meio pássaro. Como noutras tradições religiosas, também para o Buda de esmeralda existe o rito da mudança de traje, três vezes ao longo do ano.</p>
<p><strong>É uma imersão na arte religiosa tailandesa e na devoção sincera e sentida da população</strong>. É mais uma  confirmação do sentido do sacro e de busca da verdade que, durante esta permanência no “país dos homens livres”  – este é o significado da palavra Tailândia –, emergiram em cada encontro da presidente com os budistas desta terra.</p>
<p><strong>Na margem do Chao Phraya, o rio que atravessa Bangkok</strong>, uma embarcação estreita, longa e baixa espera Maria Voce e o pequeno grupo. Sulca com rapidez as águas e os frequentes salpicos molham, refrescam e divertem a comitiva. Cruzam-se barcas carregadas de arroz e barcos com turistas. Atracamos depois de ter ultrapassado o templo da Aurora. É o momento de pausa num ambiente à sombra. Estávamos mesmo a precisar. Tal como a excursão turística que acabámos de viver foi mesmo a propósito.</p>
<p>Paolo Lòriga</p>
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		<title>Três perguntas a Giò Vernuccio</title>
		<link>http://www.focolareasiatour.it/pt/2010/02/tre-domande-a%e2%80%a6-gio-vernuccio/</link>
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		<pubDate>Thu, 18 Feb 2010 18:10:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>redazione</dc:creator>
				<category><![CDATA[Asia Tour]]></category>

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		<description><![CDATA[43 anos na Ásia, viu o nascimento e o desenvolvimento do movimento dos Focolares naquelas terras
Rocca di Papa, 18 de Fevereiro de 2010

Durante estes dias, a viagem da Presidente do movimento dos Focolares à Ásia pôs sob os refletores a vida do ideal da unidade neste continente. Tu que és uma testemunha dos inícios, podes [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>43 anos na Ásia, viu o nascimento e o desenvolvimento do movimento dos Focolares naquelas terras</p>
<p>Rocca di Papa, 18 de Fevereiro de 2010</p>
<p><span id="more-870"></span></p>
<p><strong>Durante estes dias, a viagem da Presidente do movimento dos Focolares à Ásia pôs sob os refletores a vida do ideal da unidade neste continente. Tu que és uma testemunha dos inícios, podes contar-nos como tudo começou? Onde se fixam as raízes da difusão da vida evangélica inspirada no carisma da unidade?</strong></p>
<p><em>Eu acompanhei com muito interesse a viagem de Maria Voce à Ásia, interesse e alegria. Poucos nomes de pessoas e lugares me deixavam indiferente, tendo vivido 43 anos na Ásia e tendo visto, portanto, o crescimento e o desenvolvimento do Movimento.</em></p>
<p><em> </em></p>
<p><em>Desde Janeiro de 1966, juntamente com Guido Mirti e outros 3 focolarinos </em><em>começámos em Manila, convidados pelo cardeal Rufino Santo</em><em>s. Depois juntamente com os primeiros filipinos, pela sua generosidade de forças, </em><em>de dinheiro, </em><em>de orações, </em><em>de vida evangélica, o Ideal da unidade estendeu-se a toda a Ásia. Devo dizer que por toda a parte – como em Manila, onde o Padre Taschner, ainda vivo, difundiu a “palavra de vida” a milhares de pessoas – foram quase sempre os sacerdotes a abrir-nos a estrada. E o caminho prosseguiu na Coreia, no Japão, em Hong Kong&#8230; até à Indonésia.</em></p>
<p><em> </em></p>
<p><strong>Quais foram as etapas principais durante estes anos e quais os momentos mais difíceis e quais o mais belos?</strong></p>
<p><em> </em></p>
<p><em>As etapas principais foram as visitas de Chiara, em 1981 e em 1997. Com ela o diálogo inter-religioso adquiriu aquele impulso que levou aos frutos que se veem hoje. O Movimento reforçou-se: nasceu a cidadela de Tagaytay&#8230; Atualmente, em diversos países da Ásia há muitos milhares de pessoas que vivem esta espiritualidade da unidade, que foi acolhida, frequentemente, como resposta aos grandes problemas deste continente.</em></p>
<p><em> </em></p>
<p><em>Os momentos de alegria foram muitíssimos. Os difíceis também. O momento mais doloroso foi em Março de 2008, a notícia de que Chiara estava “partindo”, de certa forma, deixando-nos&#8230; Era de noite, eu estava com outras pessoas em Jakarta, que é verdadeiramente a última ponta da Ásia. Ao redor estava tudo alagado&#8230; </em></p>
<p><em> </em></p>
<p><strong>Por fim, uma palavra de comentário a esta viagem&#8230;</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><em>Hoje Maria Voce assumiu o que Chiara lhe deixou, com serenidade, coragem, humildade, fruto da unidade. Esta visita confirmou a milhares de pessoas quanto se desenvolveram as plantas que nasceram das sementes lançadas por Chiara nestas terras. Nós estávamos já certos disso, e tivemos a confirmação.</em></p>
<p><strong><em> </em></strong></p>
<p>Ao cuidado da redação de web</p>
<p><em> </em></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Recepção no 23º andar</title>
		<link>http://www.focolareasiatour.it/pt/2010/02/serata-al-23%c2%b0-piano/</link>
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		<pubDate>Thu, 18 Feb 2010 09:24:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>redazione</dc:creator>
				<category><![CDATA[Maria Voce]]></category>

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		<description><![CDATA[Bangkok, Fevereiro de 2010
Casaco e gravata apesar do calor que está lá fora. As senhoras de vestidos elegantes. É o mínimo indispensável para uma recepção que se anuncia fora do comum.

É um encontro de um certo nível. Além do mais, no 23º andar, com uma vista fora de série sobre uma Bangkok noturna, mas que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Bangkok, Fevereiro de 2010</strong></p>
<p><strong>Casaco e gravata apesar do calor que está lá fora. As senhoras de vestidos elegantes.</strong> É o mínimo indispensável para uma recepção que se anuncia fora do comum.</p>
<p><span id="more-865"></span></p>
<p>É<strong> um encontro de um certo nível. Além do mais, no 23º andar,</strong> com uma vista fora de série sobre uma Bangkok noturna, mas que não tem nenhuma intenção de dormir.</p>
<p><strong>O hotel Arnoma é de classe. Tudo brilha ainda ao fim do dia.</strong> Elegância e sobriedade na decoração traduzem um gosto refinado. O jantar de gala é em honra da presidente e do co-presidente dos Focolares. Os convidados são cerca de uma centena de pessoas do Movimento e um bom número do bispos que participaram a um convênio, nos últimos dias. Entre eles o cardeal Vlk e o arcebispo de Bangkok, mons. Francesco Saverio Kriengsak.</p>
<p><strong>Nesta mesma sala exclusiva tinha sido convidada para um jantar Chiara Lubich</strong>, em Janeiro de 1997. Naquela altura exprimiu um sonho, tocada por esta terra e por esta gente: o nascer de uma cidadela. O hotel hospedou sucessivamente o grupo musical Gen Rosso, com cantores, músicos e técnicos. Sem nenhuma despesa.</p>
<p><strong>O casal Leesawadtrakul – dr. Somsak e <em>khunying</em> Pattana – são os proprietários do Arnoma</strong>, do arranha-céus que o aloja, de mais alguns hotéis e, sobretudo de fábricas de aço. São cristãos muito generosos, que fundaram a associação de homens e mulheres de negócios católicos.</p>
<p><strong>O rito das fotografias, como aperitivo, e depois um jantar de <em>buffet </em></strong>com o que há de melhor da cozinha tailandesa. Houve uma inevitável atenção para os convidados que vieram da Itália, evitando pôr, entre as iguarias, aqueles &#8216;pratos-bomba&#8217; com pimentão em doses orientais.</p>
<p><strong>“Agradecemos a Deus que nos fez encontrar outra vez esta noite”, iniciou Maria Voce,</strong> no final da apreciada e agradável (além de saborosa) recepção. Por detrás dela podia-se ler um escrito: &#8216;um infinito obrigado&#8217;. “Estamos constatando o dom do cêntuplo evangélico com este jantar de qualidade – continuou –. E o cêntuplo é sublinhado também pelo número das pessoas reunidas. Com a vossa presença nestes dias, vocês favoreceram o encontro vital do centro do movimento com a Ásia”.</p>
<p><strong>Um desejo, por fim, que faz pensar num empenho, ou quase um projecto</strong>: “O resto do mundo tem necessidade de ver a Ásia com os vossos olhos. Obrigado por esta experiência vivida em conjunto”.</p>
<p>Paolo Lòriga</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Tailândia: viagem ao futuro</title>
		<link>http://www.focolareasiatour.it/pt/2010/02/thailandia-viaggio-nel-futuro/</link>
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		<pubDate>Tue, 16 Feb 2010 08:09:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>redazione</dc:creator>
				<category><![CDATA[Thailand]]></category>

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		<description><![CDATA[Visita à cidadela que há-de ser
 
Saraburi, 16 de Fevereiro de 2010
Viagem ao futuro. Ida e volta. Direção norte, deixando Bangkok. Perto da autoestrada, a sede da Saint John&#8217;s University, onde em 1997 foi conferida a Chiara Lubich um doutorado em ciências das comunicações sociais. Contorna-se o velho aeroporto internacional e prossegue-se por 140 quilómetros [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Visita à cidadela que há-de ser</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Saraburi, 16 de Fevereiro de 2010<span id="more-849"></span></strong></p>
<p><strong>Viagem ao futuro. Ida e volta. Direção norte, deixando Bangkok. Perto da autoestrada, a sede da Saint John&#8217;s University</strong>, onde em 1997 foi conferida a Chiara Lubich um doutorado em ciências das comunicações sociais. Contorna-se o velho aeroporto internacional e prossegue-se por 140 quilómetros até chegar à pequena localidade de Saraburi.</p>
<p>A paisagem torna-se ligeiramente ondulada, a vegetação abundante. Deixa-se a autoestrada e entra-se imediatamente numa ampla área bem cuidada. Os terrenos são divididos em grandes lotes, algumas construções estão em curso, mas é só uma pequena antecipação do que há-se vir a ser.</p>
<p><strong>Um breve trecho de estrada de terra conduz a um futuro objetivo dos focolares nesta terra: uma cidadela tailandesa</strong>, como era nos sonhos da fundadora. Uma faixa dá as boas vindas a Maria Voce e Giancarlo Faletti. Bandeirinhas coloridas e alguns papagaios de papel fazem de coroa à alegria de quem está vivendo um dia memorável, esperado há muito tempo.</p>
<p><strong>Os 14 hectares de terreno foram doados por uma família católica. A natureza saúda com flores</strong> coloridas, um laguinho com peixes e camarões, que está reduzido ao mínimo devido à estação seca, enquanto mais adiante, em subida, árvores de alto tronco oferecem generosamente a sua sombra. É precisamente aqui que se prevê um centro de acolhimento para monges budistas, expressão da crescente colaboração entre os Focolares e os monges seus amigos.</p>
<p><strong>O triunfo da natureza está garantido para o futuro. O terreno de fato, confina com um parque nacional,</strong> onde vivem várias espécies de animais, desde os veados aos javalis. No meio de um prado mostra-se à presidente uma espécie de mapa do tesouro, um projecto de máxima da possível cidadela: aqui a igreja – indica com o braço esticado – ali uma sala para encontros e assim por diante.</p>
<p><strong>Com os olhos da fé – que aqui é solida – quem ilustra mostra as caraterísticas da árvore. Na realidade</strong>, há só uma semente. Duas habitações de um andar, com o telhado castanho, é o que há no presente. Um presente sustentado por um indomável grupo de pessoas, incluindo um casal de voluntários alemães. Uma focolarina que ali trabalha admite que: “É como a papaia. Sem choro não cresce”.</p>
<p><strong>“A mim também me agrada a aventura – reconhece Maria Voce – mas deve tornar-se num empenho e depois em amor</strong>. E no amor não se deve perder o sentido da aventura”. Então, para a frente com todas as forças. “A Tailândia e os países limítrofes constituem uma realidade variada, bela e preciosa do mundo focolarino. Juntos podeis colocar-vos ao serviço de todos os povos. Esta riqueza dá a entender que chegou a hora da cidadela”.</p>
<p><strong>Podeis imaginar, ou melhor não podeis imaginar a alegria dos presentes. Por isso, à já histórica e consolidada cidadela das Filipinas de Tagaytay</strong>, junta-se agora um segundo polo para a Ásia, com idêntica finalidade de centro de formação e de testemunho, além de centro de diálogo inter-religioso, como Chiara  Lubich tinha indicado.</p>
<p>“Tudo terá que se desenvolver, mas desde já este lugar pode ser um imã para muitos – encorajou a presidente &#8211; . Se Jesus vive no meio de nós, Ele atrai”.</p>
<p>Paolo Lóriga</p>
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		<title>Maria Voce com os responsáveis dos Focolares na Ásia</title>
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		<pubDate>Mon, 15 Feb 2010 11:24:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>redazione</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Thailand]]></category>

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		<description><![CDATA[Nas fronteiras da inculturação e da nova evangelização
 
Bangkok, 12 de Fevereiro de 2010
 
Este dia poderia ter sido definido como um dia de pausa, depois dos muitos empenhos que marcaram a agenda tailandesa da presidente dos Focolares. Mas não foi assim. Ou melhor, pausa sim, sem empenhos públicos ou encontros com personalidades, mas uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Nas fronteiras da inculturação e da nova evangelização</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Bangkok, 12 de Fevereiro de 2010<span id="more-841"></span></strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Este dia poderia ter sido definido como um dia de pausa, depois d</strong><strong>os muitos empenhos que marcaram a agenda tailandesa</strong> da presidente dos Focolares. Mas não foi assim. Ou melhor, pausa sim, sem empenhos públicos ou encontros com personalidades, mas uma pausa laboriosa e intensa, profícua e, sob alguns aspetos, determinante.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Qual o motivo? Maria Voce e Giancarlo Faletti passaram a manhã e a tarde com os responsáveis do Movimento nos países da Ásia</strong>, na presença dos dois conselheiros gerais para este continente. É o último encontro colegial.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p>De grande importância a ocasião de percorrer novamente os 40 dias (até agora) da viagem asiática da presidente e amadurecer uma primeira avaliação em conjunto com os responsáveis. Foram recordadas as várias etapas da viagem, saboreando novamente os acontecimentos peculiares vividos em cada país visitado e descobrindo progressivamente “o fio de ouro que se foi tecendo”, como foi dito por alguém.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Chiara tinha vindo à Ásia convidada por alguns dos líderes religiosos, para falar da própria experiência de fé</strong>. Essas oportunidades favoreceram o início dos diálogos com as grandes religiões nesta área, antecipando os tempos, as ideias e as expectativas.</p>
<p>Na atual viagem, a presidente encontrou um Movimento dos Focolares em crescimento, que dialoga em vários contextos nas fronteiras da inculturação e da nova evangelização, e que tem relações fecundas com expoentes e fiéis de várias religiões.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Não se pode deixar de colher, finalmente, a dimensão do dom que a Ásia focolarina pode ser para o Movimento no mundo e para a sociedade</strong> globalizada de todas as latitudes. O desejo, não muito secreto, é de participar tudo a todos, de forma a que o caminho para o “que todos sejam um” planetário seja fortalecido e iluminado pelas peculiaridades destes povos.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p>Paolo Lóriga</p>
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		<title>Os focolarinos da Ásia com a presidente</title>
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		<pubDate>Sat, 13 Feb 2010 18:53:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>redazione</dc:creator>
				<category><![CDATA[Asia Tour]]></category>
		<category><![CDATA[Thailand]]></category>

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		<description><![CDATA[Bangkok, 13 de Fevereiro de 2010
Os últimos partiram esta manhã, depois de uma pausa turística entre as belezas históricas e artísticas da capital tailandesa, através de passeios apinhados de gente. Como em todas as cidades onde a temperatura é elevada, a vida decorre na rua.
 
Ao lado do tráfico intenso, que corre mais ou menos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Bangkok, 13 de Fevereiro de 2010<span id="more-835"></span></strong></p>
<p><strong>Os últimos partiram esta manhã, depois de </strong><strong>uma pausa turístic</strong><strong>a entre as belezas históricas</strong> e artísticas da capital tailandesa, através de passeios apinhados de gente. Como em todas as cidades onde a temperatura é elevada, a vida decorre na rua.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Ao lado do tráfico intenso, que corre mais ou menos depressa – distribuindo generosamente uma poeira fina e dióxido de carbono que estagnam </strong><strong>no ar devido ao calor úmido</strong> – delineiam-se sequências de barracas onde se vendem roupas, bebidas e fruta a preços irrisórios (para quem dispõe de moedas mais fortes), onde se cozinham em pequenos braseiros pedaços de frango, pequenos peixes e salsichas, onde se frita em continuação carne e verdura, onde mesinhas e guarda-sóis acolhem as pessoas para uma rápida refeição a qualquer hora que seja.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Foram mais de 250 os focolarinos que participaram num encontro de forte cariz espiritual. O segundo, depois do que se desenrolou em Tagaytay</strong>, nas Filipinas, com um primeiro grupo de componentes dos centros do Movimento na Ásia. Três dias ricos de encontros, com preciosas meditações sobre o tema do ano – Deus Amor –, comunicações sobre a vida das comunidades dos doze países presentes e aprofundamentos sobre a encíclica <em>Charitas in Veritate</em>.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>O ponto culminante do convênio foi a tarde de diálogo com Maria Voce e Giancarlo Faletti</strong>. Uma viagem de amplo respiro, passando da nova evangelização à inculturação, do diálogo inter-religioso às novas gerações.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p>Não podia faltar – como é hábito no Movimento – um final de tarde dedicado a cantos, danças e contribuições artísticas. Desta vez com as riquezas destes países, com os seus esplêndidos trajes típicos. Muito divertidos alguns dos números apresentados, que fizeram rir com gosto até provocar um correr abundante de lágrimas.</p>
<p>Quase uma inundação!</p>
<p><strong> </strong></p>
<p>Paolo Lóriga</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Bangkok. Maria Voce ao convênio de bispos asiáticos</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Feb 2010 16:48:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>redazione</dc:creator>
				<category><![CDATA[Maria Voce]]></category>

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		<description><![CDATA[11 de Fevereiro de 2010
É o penúltimo e é o dia crucial para os cerca de trinta bispos do Extremo Oriente amigos dos Focolares participantes ao convênio de quatro dias que se concluirá amanhã.

A reflexão é guiada pelo tema “Comunicar Deus Amor”. A nova evangelização hoje”, e Maria Voce foi convidada a falar precisamente de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>11 de Fevereiro de 2010</strong></p>
<p>É o penúltimo e é o dia crucial para os cerca de trinta bispos do Extremo Oriente amigos dos Focolares participantes ao convênio de quatro dias que se concluirá amanhã.</p>
<p><span id="more-828"></span></p>
<p>A reflexão é guiada pelo tema “Comunicar Deus Amor”. A nova evangelização hoje”, e Maria Voce foi convidada a falar precisamente de Deus Amor.</p>
<p>Ela refere-se à experiência de Chiara Lubich. Padre Casimiro tinha-lhe pedido para oferecer uma hora por uma sua intenção. A professora, nos seus vinte anos, tinha-lhe respondido: o dia inteiro. O religioso, tocado: “Deus ama-a imensamente”. Nada mais. Mas é suficiente. “Uma chama acendeu-se em Chiara”, comentaria ele mais tarde. “Foi a fulguração”, precisaria ela.</p>
<p>Os bispos estão dispostos em círculo. Ouvem, em grande recolhimento, a história de uma intervenção de Deus. Sublinharia João Paulo II: “Deus Amor foi a faísca inspiradora do vida dos Focolares”.</p>
<p>Quais as consequências? A presidente deixa falar a fundadora: “A novidade atravessou a minha mente, foi uma reviravolta do modo a ver o mundo e a história”. É mesmo verdade. Uma confirmação de Bento XVI: “Só o amor é capaz de restituir o homem a si mesmo”. Aquela descoberta ilumina como um sol o contexto escuro e trágico da segunda guerra mundial em curso.</p>
<p>A novidade é também antropológica. “Crer no amor de Deus gerou um novo modelo de cristão na Igreja de hoje: a criança evangélica”. Com efeitos visíveis no próprio Movimento. E com riqueza de dons. “Depois da morte de Chiara podia-se prever que nos encontraríamos aflitos e passivos, mas, ao contrário, o Espírito Santo deu-nos um novo fôlego”, exemplifica Maria Voce.</p>
<p>Comenta o cardeal Vlk: “Não foi um discurso, mas um testemunho de fé no amor de Deus”. Os outros bispos concordam. E não só por aquele motivo. “As palavras da presidente ajudam a viver bem a Eucaristia e o pacto de amor recíproco”.</p>
<p>E os prelados pronunciaram-no, dando-se reciprocamente um abraço no decurso da missa sucessiva.</p>
<p>Paulo Lóriga</p>
]]></content:encoded>
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